Aqui temos dois (O Lago dos Cisnes e A Bela Adormecida) de seus três mais famosos balés. O terceiro (Quebra Nozes) nunca o deixou muito satisfeito com o resultado. Foi também o último que compos, em 1892, já que morreria no ano seguinte.
Deixou obra pouco conhecida, ainda que inovadora e exemplar de criativa harmonia. Aqui temos Rêverie, Pagodes, La soirée dans Grenade, Jardins sous la pluie, L’isle joyeuse, Suite Bergamasque e Children’Corner. Boa audição.
Jovem gênio alemão filho de banqueiros e sobrinho de filósofo, Jacob Ludwig Felix Mendelssohn dominava a música a ponto de, aos nove anos, executar concertos. Viveu pouco, mas o tempo de construir obra de rara beleza. A Sinfonia No. 5 é considerada sua obra-prima.
Embora tenha destinado ao violino a execução da maior fatia de seus concertos, Antonio Vivaldi estendeu sua obra também a outros instrumentos. À flauta temos aqui seis concertos sob a regência de Bodhan Warchal.
Mestre-de-capela em Cöthen, no início da carreira de músico, J. S. Bach escreveu três maravilhosas peças para violino. Concerto em Lá Menor, Concerto em Mi Maior e Concerto Duplo em Ré Menor.
Para aplaudir a chegada desta primavera finalmente iluminada pelo sol, algumas obras-primas de Vivaldi, Bach, Handel e Teleman, os nomes possivelmente mais expressivos desse período em que os instrumentos musicais ganharam o lugar das vozes.
Menos famosas do que as duas últimas sinfonias (40 e 41) que Mozart escreveu trago-lhes estas duas peças por pura predileção. Na 38 acredito que a ausência de clarinetes, o que é considerado curiosidade, ampliou a suavidade. Na 39 penso ter percebido o que os estudiosos classificam como a máxima irreverência do mestre.